Virando as costas aos saberes?

Esperava que o debate avançasse hoje. Não foi isso que ocorreu. Retornamos aos mesmos dilemas. Quais são os avanços proporcionados por um planejamento por competências e habilidades? O que diferencia essa forma de tratamento pedagógico das antecessoras?

O pior de tudo é que, no grupo, havia um coordenador de grupo (professor que trabalha somente metade da carga horária no departamento) que, apesar de não haver estudado nada, não ter participado das discussões do dia anterior, se achava no direito de contestar tudo e todos – na maior ignorância e petulância possível.

Por fim, deu piti, como gostava de falar meus ex-alunos. Jogou a apostila na mesa, dizendo que não sabia nada e que preferia ficar calado. Antes fizesse isso desde o início, ora!

E eu ali, contando até três (mil).

O bom da história foi ver os colegas se posicionando a meu favor – e contrariamente ao dito cujo.

Democracia tem esses problemas…

🙂

***

O texto do Perrenoud gira em torno de sua defesa frente as críticas de determinados setores que, ao avaliarem a pedagogia da competência, concluem que os saberes escolares clássicos serão prejudicados.

Esse argumento é uma bobagem. Terrível é escutar esses argumentos de gente 'teoricamente' progressista. Dizer que a forma usada até agora é democraticamente melhor, é fechar os olhos ao sombrio e desolador cenário educacional.

maio 4, 2006. Competências, Workaholic.

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