Drops, II
The corporation falhou. O disco deve estar danificado. Loquei “uma verdade inconveniente”, que veio com um disco extra produzido pelo Greenpeace. Fiz dez cópias, o que me deixou deveras tranquilo.
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Procuro uma lavanderia.
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Almoço de ontem, casa de Malu. Hoje, restaurante, a companhia foi a mesma.
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Quando não temos tanta vontade (ou tempo) de olhar o e-mail, chegam mensagens a quilo. Quando queremos, o carteiro não vem. Putz…
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Inté.
Drops, I
Sim, esse foi o pior aniversário que tive na vida. Detestável. E eu achei que seria um grande dia – não é sempre que temos parabenizações aos sábados.
Viagem da capital para o interior, programada para as 09, realizada as 14. Como se não bastasse tanto tempo esperando ônibus, pego logo um pinga-pinga. Foram mais de cinco horas de viagem, temperadas com muita gripe (espirros, tosse e tudo mais) e um rim inflamado. Chego com as luzes do sol desaparecidas. E com muita chuva. Digo, com uma versão pós-moderna do dilúvio (muito rápido e intenso). Molho as madeixas. Vou pra um hotel barato. Com goteira no quarto, TV velha, buraco onde deveria haver ar-condicionado, sem lençol.
E assim terminou o dia, já com febre.
Alguém me parabenizou por essa data do século? Sim, recebi uma mensagem no celular.
Droga de vida.
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E o dinheiro vai sumindo delirantemente.
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Rever os colegas, hoje, foi legal e tal.
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Já houve relinchos dizendo que eu, um protegido, um homem bem localizado, recebi licença para o mestrado. Uma inverdade sem o mínimo fundamento. Fazer o quê: A ignorância é a mãe da burrice, disso não tenham dúvidas.
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Hoje, passei o dia todo com um mal estar terrível. Dor de cabeça, azia.
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Digitei minha análise sobre a proposta curricular do ensino médio. Vamos ver no que isso vai dar.
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É isso.