ensino, 2
Pesquisei, pela manhã, textos relativos a disciplina do prof. Jorge. Descubro, inclusive, que o distinto foi autor de textos que subsidiaram a construção do currículo de Geografia do Amapá. Isso é muito, muito bom.
A aula, à tarde, foi uma sequência da aula da semana anterior. A novidade foi alguns debates – muito mais sobre a experiência docente do que, realmente, sobre a teoria que dá suporte a prática pedagógica. Discutimos a elaboração da proposta curricular de Geografia pela CENP/SEE-SP. No final da aula, tivemos o indicativo de que o Prof. Francisco Scarlato, um dos autores dos PCN de Geografia, estará conversando conosco em uma das aulas vindouras. E isso é muito, muito bom.
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Nada boa foi minha saúde. Depois de sair de um resfriado, disenteria.
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Gerenciando ainda os problemas de agosto. Recebo uma notícia um tanto quanto otimista: há um empenho que a licença saia em virtude de não haver, nos quadros da SEDUC, nenhum mestre em Geografia. Nada melhor do que ter a esperança renovada. Quanto ao problema com o malfadado empréstimo com o BMC, nenhuma novidade. Um mês depois de devolver o dinheiro, o contrato permanece ativo. Comunicando com o banco, ainda me dizem que é responsabilidade da agência na qual eu fiz o contrato dar baixa no mesmo. Isso é preocupante.
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Amanhã seria a aula do prof. Bistrichi, Seminários Gerais. De acordo com o cronograma, deveria preparar o material para apresentar o projeto para meus colegas. Como estou em estágio avançado de pesquisa, pretendo destinar o dia para fechar as leituras para a aula de quinta.
Avante, avante!