Entre o dito e o feito

Philippe Perrenoud esteve no Brasil em 2003, participando de um encontro promovido pela Associação das Escolas Presbiterianas. Sua palestra foi transcrita nos anais do evento. No texto, duas curiosidades: primeira, o ilustre professor não gosta de ser chamado de ‘educador’, muito menos de pedagogo; segunda, não permite fotos durante a conferência (o flash desconcentra…). Uma leviandade, já que em um dos seus livros mais famosos (10 novas competências para ensinar) há uma indicação de que uma das habilidades essenciais do professor é de não perder a calma em ‘turmas difíceis’. É delicioso imaginar a provável desenvoltura do catedrático suíço numa dessas turmas, não é?

Janeiro 19, 2007. Pensando. Deixe um comentário.

Um mês depois…

Um mês depois, devo reconhecer que passei por um misto de sentimentos nada agradáveis a respeito da reprovação (mesmo já sabendo, de certa forma, do caráter determinista da política do ‘networks’ – para alguns, parte integrante da carreira acadêmica; para outros, uma coisa vergonhosa).

Frustração, ódio-próprio, ódio geral, desalento, indiferença e… um fio de esperança.

Estou a elaborar planos para esse ano. Pretendo me inscrever em outras instituições. Tenho sérias reservas a UFU, agora. Não quero repetir, pela terceira vez, esses instantes dramáticos. Não assim, com gosto de dèjá vu.

Janeiro 8, 2007. Pensando. Deixe um comentário.