Alea jacta est
De novo, prova escrita e entrevista. De novo, o mesmo estado de tensão, as mesmas angústias e esperanças.
O gosto de dèjá vu está no ar. Na prova escrita, o mesmo tipo de questão. Aberta, solicitava relacionar as últimas discussões acadêmicas da geografia à bibliografia do pré-projeto.
Na entrevista, porém, a banca não titubeou nas perguntas, como da outra vez – que até esqueceram qual pergunta não havia sido feita. Fizeram certinho. Pra não ficar tão esperançoso, além de não levantar nenhum ponto específico do projeto que eu estava propondo pesquisar, fizeram questão de ressaltar a concorrência e o número de vagas (uma vaga).
Acho que dessa vez ainda não vai dar.
***
Houve uma lógica interessante na ordem dos entrevistados. Três candidatas se inscreveram para uma única vaga no doutorado. Das três, apenas uma já passou por orientação da professora. Essa única foi a primeira da fila.
No mestrado, éramos cinco candidatos. Desses, dois cursaram o mestrado como aluno especial. Os dois foram os primeiros entrevistados.
Daí a aposta do resultado final fica assim: doutorado, Jeane; mestrado, Jakes.
[isto é, estou seguindo a mesma lógica apresentada pela disposição dos nomes dos candidatos para a entrevista; os dois foram os primeiros interrogados.]
Semana que vem, em uma sexta feira como essa, confirmo meus dotes paranormais de adivinhação. Quereria não ter esse dom, mas…
Veremos. Alea jacta est.