Matrizes teóricas das competências
Estou trabalhando com três fontes bibliográficas simultaneamente. Todas trabalham com a consideração de quatro matrizes de competências: condutivista, funcionalista, construtitivista e crítico-emancipatória.
Espero colocar, em breve, a síntese das minhas conclusões nesse espaço.
Fim do workaholic
Na categoria workaholic eu postava textos sobre meu cotidiano profissional. Postava.
Percebi que o blog estava perdendo seu caráter inicial. De certa forma, funcionava também para acariciar meu ego comodista.
Ah, não, eu postei hoje. Meu combinado com o blog foi cumprido.
Então. Daí ficou essa joça. Mais de um mês com uma produção textual bem abaixo do desejável.
A coluna workaholic estará integralmente contemplada no novo blog, o geografando.
Pra ninguém chorar. Nem meu ego.
Comissão de Apoio à Escola…
Outra intervenção. Dessa vez, numa escola da sede. Aproveitaram-se dos dois primeiros dias da semana para elaborarem o plano de intervenção. Não participei, uma vez que estava em Palmas. Senti meio alijado do processo. Não fui à escola ontem, pois já estava com reposição marcada – e o cansaço falou mais alto. Fui hoje – e até pela alienação ao processo todo, minhas intervenções foram irrelevantes.
Espero conversar futuramente com a equipe, avaliando isso criticamente.
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Hoje tem festa junina. Eu, particularmente, não gosto. A Acilma deverá estar no cursinho. É certo que não vou, então.
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Amanhã haverá uma outra apresentação da Peça Teatral. Será no Sesi, em um evento chamado de Projeto Ciranda. São convidados as crianças de toda a cidade, com ônibus gratuito. Muita criança e um forrobodó que só vendo. Não acredito que seja um bom ambiente para teatro.
Veremos.
Brasil!
4 X 1 Japão
Parafrasear: uma difícil tarefa…
Jurjo Santomé (1998):
“Trata-se de uma linha de inovação tecnológica, organizativa e disciplinar que implica em uma política de modificação qualitativa dos processos de produção, para fortalecer os sistemas de controle direto dos trabalhadores. A fragmentação das atividades de produção transformou-as em incompreensíveis; passou-se a oferecer apenas um salário à classe trabalhadora como motivação para desenvolver seu trabalho; foi-lhe negada a responsabilidade de intervir em questões tão importantes e humanas como o que deve ser produzido, por quê, para quê, como, quando, etc.”
“Tanto trabalhadores como estudantes verão negadas suas possibilidades de poder intervir nos processos produtivos e educacionais dos quais participam. A taylorização no âmbito educacional faz com que nem professores nem alunos possam participar dos processos de reflexão crítica sobre a realidade. A educação institucionalizada parece ter se reduzido exclusivamente a tarefas de custódia das gerações mais jovens. As análises dos currículos ocultos evidenciam que o que realmente se aprende nas salas de aula são habilidades relacionadas com a obediência e a submissão à autoridade”.
“Na medida em que os conteúdos culturais manejados nas salas de aula, fundamentalmente mediante livros-texto, não passavam de enunciados mais ou menos abstratos (“pílulas” que deviam ser memorizadas, porém sem possibilidade de reflexão nem de comparação), os objetivos autênticos (a aprendizagem que se promovia na prática cotidiana) passavam a ressaltar acima de tudo a capacidade de obediência e submissão dos alunos.”
Palmas, último dia
Período matutino, participação no 4º Fórum do Lago de Palmas.
Organizado pela Fundação Jaime Câmara, as discussões giraram em torno dos problemas e soluções para o Lago de Palmas.
Ponto confuso foi em relação ao debate. Gente que entende tudo errado e promove questionamentos pra lá de ridículos.
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Fomos dispensados das atividades no período vespertino. Antecipação da viagem em um forró (ônibus mmmmuuuuiiiiiittttttoooo velho…), parando a cada encruzilhada.
Ah, como eu sofro…
Palmas (I)
Viajamos ontem, a tarde.
Se havia reclamado do hotel de Dueré, esqueçam.
Ruim mesmo é esse hotel em que ficamos na capital.
O problema é que, apesar de haver sortimento considerável de bons hotéis, faltava grana. Um velho problema dessas viagens…
O hotel é pequeníssimo, com paredes de madeira. O banheiro do quarto é sem porta. O chuveiro parece uma torneira. Sem TV. Sem ventilador. Ai…
Bom mesmo é só valor da diária: R$ 35,00.
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O dia foi interessante. Rever os colegas de outras regionais e tal.
Tratando de educação ambiental, não vi nenhuma novidade. Um esquema histórico e algumas propostas de educação ambiental foram apresentadas.
A propósito, sou bastante ranhento com essa concepção de que educação ambiental deva levar ao indivíduo uma consciência ambiental. Acho que nossos problemas são coletivos, e por essa gênese, deverão ser trabalhados como tal, incentivando uma consciência coletiva.
A palestrante é doutoranda em Portugal, pela Universidade de Porto.
Conversei posteriormente com a professora. Retornei ao estímulo anterior em cursar mestrado.
É, devo confessar que andava meio reticente esses últimos dias. Tanto é que as postagens sobre a dissertação em si desapareceram.
Devo recomeçar. Já.
Mas depois de amanhã.
Palestra
De acordo com o calendário escolar, hoje é Dia Pedagógico. Foi decretado ponto facultativo para os servidores públicos, em função do feriado de ontem.
Infelizmente, com ofício datado de semana passada, o nosso dia é de batente.
Felizmente, nossa discussão é sobre educação.
Tá certo que, vez por outra, acho meio incipiente os resultados do que propomos para hoje, que foi discutir planejamento.
Problemas no data-show emperrou parte de nossa pauta do período matutino.
Sorte que, em virtude do pouco número de professores, a pauta andou sem maiores problemas.
Finalizamos às 17hs, combinados de que amanhã, sábado, estaremos trabalhando a tarde na apresentação dos projetos desenvolvidos pelo nosso departamento. Essa apresentação deverá ser feita em Palmas, para nossos superiores.
Feriado…
De novo!
Santo Antônio
Hoje é feriado municipal.
Oba!